Novidades: pontuação de vinhos, Top Blog, Master in Champagne 4


Pontuando os vinhos Grand Cru da Alemanha, durante a degustação da VDP, que aconteceu em Wiesbaden.

Pontuando os vinhos Grand Cru da Alemanha, durante a degustação da VDP, que aconteceu em Wiesbaden. Eram cerca de 400 vinhos entre Riesling, Silvaner, Spätburgunder, e outros.

Depois de longa viagem de volta da Alemanha, tenho o computador cheio de novidades, mas também de vinhos pontuados. Há tempos resolvi pontuar os vinhos que degusto e agora escolhi colocá-los no site.

Criei uma nova aba “Avaliação de vinhos” e aqui vou colocar as notas de degustação de diversos vinhos e a respectiva pontuação. Também criei uma aba para explicar o meu sistema de pontuação, acesse aqui.

Fora isso, você encontra meus vídeos do YouTube na aba “Meus vídeos” e pode ajudar a financiar meu site, clicando em “Colabore com meu site”. Esta veio da decisão, que tomei há mais de um ano, de não colocar mais publicidade no site. Com isso, você pode me ajudar a manter o site limpo, doando algum valor ou mesmo comprando meus livros.

Outra novidade é que estou participando do Prêmio Top Blog 2015, na categoria Turismo e Lazer. Você pode me ajudar a ganhar, votando neste link e compartilhando com os amigos.

A última novidade é que passei com honras na minha prova do Master level em Champanhe. Assim que receber o Certificado, coloco no site e conto como foi o curso.

Bom para mim vai ser um fim-de-semana cheio, espero que você aproveite o seu com muitos brindes e saúde!

Ale Esteves

 

 

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4 thoughts on “Novidades: pontuação de vinhos, Top Blog, Master in Champagne

  • Leonel

    Prezada,
    Gosto de seu blog e considerações. Porém, enquanto há críticas ferrenhas em relação às notas para vinhos, você as implementa. Com todo o respeito, eu acho que isso é andar na contramão. As notas já contribuiram o que tinham que contribuir. Agora, não acho que sejam mais necessárias.
    Saudações,
    Leonel

    • Ale Esteves Post author

      Leonel, obrigada pela visita e pela mensagem. Acho seu comentário muito pertinente.
      O sistema de pontuação tem sofrido grande crítica, em razão do uso equivocado por produtores, consumidores e até mesmo por quem dá os pontos. Quando um produtor decide que vai deixar seu vinho amadeirado para agradar Robert Parker, ele erra em não ter um estilo próprio e tentar agradar apenas um dos vários críticos de vinho do mundo. Quando o consumidor compra um vinho de 100 pontos só pelo status, ele deixa de lado seu gosto pessoal só pela satisfação de provar um vinho que alguém disse ser bom. E, pior ainda, quando um crítico de vinhos usa seus pontos para conseguir vantagens financeiras, ele está contaminando todo o mercado com algo que não é bom, mas que mereceu tal nota por distintas razões.
      Por tudo isso o sistema é falho. Porém ainda é o método mais rápido e prático, e uma ferramenta útil a ser utilizada. Se eu digo que dois champagnes são excelentes, como o consumidor poderá saber a diferença entre eles? E como eu mesma posso julgar qual seria o melhor? É claro que todo sistema de pontos vem acompanhado de notas de degustação e aí o consumidor pode entender o porquê daquela pontuação e entender se aquele estilo de vinhos lhe agrada.
      A pontuação é um dos vários fatores quando se analisa um vinho, mas quando se degusta centenas de vinhos parecidos, o profissional sente a diferença de qualidade entre um vinho e outro (final mais longo por exemplo), e por isso, pode usar esta ferramenta de pontos para diferenciá-los. O sistema de pontos vai continuar existindo e deve auxiliar o consumidor na hora da compra, mas sempre aliado às notas de degustação.
      Esqueçamos Parker por alguns minutos (apesar de ele ter revolucionado o mercado norte-americano com seu sistema de pontos) e pensemos em outros críticos de vinhos como Jancis Robinson, Tim Aktin, Jamie Goode, entre outros. Não acho que o sistema que eles usam, seja de 20 pontos ou de 100 pontos, tenha prejudicado o mercado em algo ou se tornado antiquado.
      No meu caso, porém, não acho que seja andar na contra-mão, na verdade isso me auxilia a pensar nas diferenças de qualidade entre os vinhos, ainda que sutis.
      Grande abraço, Alessandra Esteves

  • Oséias

    Caros,

    Como leitor assíduo desse blog e seu seguidor em muitas redes sociais, não poderia deixar de me expressar nesse assunto tão polêmico e interessante que foi aqui levantado.
    Acho que sim, o sistema de notas é válido, tanto para formarmos um banco de dados pessoal, como para ajudar enófilos neófitos, que quando iniciam nesse vasto mundo de Baco, têm nas notas dos críticos uma confiável referência.
    Porém – e sempre há um – as notas, principalmente a de críticos tão influentes como RP, não estão servindo para ajudar a “pescar” e sim nos dando o “peixe”, e mais, e nas últimas décadas vimos a uniformização dos vinhos, para agradar ao gosto dos críticos e de seus seguidores. A grande culpa disso tudo é dos próprios consumidores, que preferem sempre o caminho mais fácil.
    Com disse, acho que sim, as notas têm seu valor, mas foram deturpadas ao longo do tempo, por um mercado ávido por dinheiro, munido de marketing e ganância, e um consumidor totalmente à mercê, movido por – desculpe a redundância – consumismo.
    Por isso sou avesso a esse modelo de “tabuada americana”. Em matéria de críticos, fico com Hugh Johnson, com ele aprendo a “pescar”
    No demais seu blog é muito bom, tenho aprendido bastante aqui.
    Abraços.

    • Ale Esteves Post author

      Oseias, obrigada pelo comentário. Concordo com você e gosto muito do Hugh Johnson também, ótimo exemplo. Abraço, Ale Esteves